Gestão/envio de voluntários

A principal finalidade do programa Voluntários para a Ajuda da UE é ter voluntários competentes para integrarem projetos de ajuda humanitária, de forma a apoiarem as populações mais vulneráveis, tanto presencialmente no terreno como mediante ações de voluntariado online.

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Quem é o(a) voluntário(a) para a ajuda da UE / A identidade do(a) voluntário(a) para a ajuda da EU

Um(a) voluntário(a) para a Ajuda da UE é uma pessoa formada e altamente motivada com mais de 18 anos (a única idade limite), que é um cidadão europeu ou um residente de longa duração num dos Estados-Membros da UE.

Os projetos de Mobilização envolvem a participação de voluntários juniores e seniores

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2 Voluntário(a)

Voluntário(a) A

Juniores

os juniores são geralmente recém-licenciados com menos de três anos de experiência de trabalho no setor especificado no perfil da vaga

Voluntário(a) B

Seniores

os seniores têm, pelo menos, cinco anos de experiência de trabalho em posições qualificadas e de responsabilidade

A seleção e a definição dos papéis dos/as voluntários/as são realizadas pelas organizações de envio e de acolhimento, através dos anúncios de vagas na plataforma Voluntários para a Ajuda da EUA, segundo as orientações das Normas 2 e 5.    

Requisitos do enquadramento legal a cumprir pelas organizações

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2 Requirements

Norma 2

IGUALDADE DE OPORTUNIDADES E NÃO DISCRIMINAÇÃO

As organizações envolvidas têm de ter uma postura de tolerância zero relativamente à discriminação, oferecendo a todas as pessoas envolvidas no programa um acesso equalitário, justo e transparente às diferentes oportunidades oferecidas. Para além disso, as organizações têm de desenvolver e implementar medidas que visem a igualdade de oportunidades e a não discriminação.

  • Que tipos de discriminação podem existir no país?
  • Quais as medidas adotadas para evitar práticas discriminatórias (formação, briefing…)?
  • Estamos em linha com a legislação nacional e a legislação europeia?
  • Com quem devo contactar se uma determinada norma não for respeitada?
  • Como se dá o processo de seleção e recrutamento dos funcionários e dos voluntários?

Norma 5

PROTEÇÃO DE DADOS

Os dados pessoais dos candidatos e dos voluntários do programa obtidos durante o processo de seleção, formação e implementação da atividade no terreno têm de ser tratados de acordo com as leis de proteção de dados em vigor, para evitar qualquer multa, perda de reputação ou suspensão das operações, resultantes da não conformidade com os regulamentos europeus de tratamento de dados pessoais.

  • Operamos em concordância com a Diretiva Europeia e com os regulamentos de proteção de dados no que respeita aos nossos funcionários, aos nossos voluntários e aos nossos beneficiários?
  • Como é que garantimos a prevenção de um uso inapropriado de dados pessoais?
  • Como é que controlamos e monitorizamos de modo que não ocorra um uso inapropriado de dados pessoais?

A definição dos perfis dos voluntários (incluindo a escolha entre júnior e sénior) é submetida a uma cuidadosa avaliação das necessidades das organizações de acolhimento, bem como das comunidades beneficiárias nos projetos a serem implementados. Os perfis podem ir desde perfis gerais até outros mais específicos (gestor de projeto, especialista WASH – Água, Saneamento e Higiene, especialista de género ou de comunicação…). Após uma primeira seleção de candidatos feita pelas organizações, e com base nos documentos enviados em resposta ao anúncio de vaga, os candidatos integram uma formação obrigatória (online e presencial), tal como acontece durante a iniciativa, que termina com a simulação de várias possíveis situações de emergência. Só candidatos que passem a formação e a avaliação se tornam elegíveis para Voluntários para a Ajuda da UE. A organização de acolhimento – tendo em conta a experiência do candidato, competências e desempenho durante a formação – seleciona o(a) voluntário(a) aceite para a Mobilização.   A organização de envio tem de estabelecer um processo de formação incial para o(a) voluntário(a) escolhido antes de o(a) enviar para um país terceiro. Esta formação obrigatória inicial pode também ser comparada com o estágio nos escritórios da organização de envio no caso dos voluntários juniores (com a duração máxima de seis meses), com a finalidade de edificar as competências requeridas para o trabalho no terreno. Quando o(a) voluntário(a) chega ao país de acolhimento, é da responsabilidade da organização de acolhimento respeitar as normas requeridas pela iniciativa, assegurando medidas de saúde, prevenção de riscos, segurança e proteção assim como condições de vida e de trabalho adequadas.   Depois de regressar ao seu país de origem, o(a) voluntário(a) tem de participar na reunião de balanço com a organização de envio para discutir a experiência, gerar feedback acerca da iniciativa, finalizar o plano de aprendizagem e desenvolvimento e ser informado(a) acerca de futuras oportunidades no campo da ajuda humanitária e da cidadania europeia ativa.

  • Não esquecer! Os custos de formação, alojamento, vistos, viagem e seguro estão totalmente cobertos pelo projeto, e o(a) voluntário(a) também recebe um dinheiro de bolso mensal para despesas extra no montante estabelecido pela União Europeia com base no custo de vida do país de acolhimento.

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O caminho para fazer parte dos Voluntários para a Ajuda da UE

O processo de mobilização dos voluntários envolve vários passos durante os quais o(a) candidato(a), para além de passar por uma avaliação, é também formado(a) e preparado(a) para a experiência

Então, o que é preciso fazer para se ser um(a) Voluntário(a) para a Ajuda da UE?

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Fases 1

Procurar possíveis oportunidades de voluntariado no site oficial da DG ECHO, na secção do programa Voluntários para a Ajuda da UE

Fases 2

Submeter um pedido para aceder a oportunidades oferecidas pelo programa Voluntários para a Ajuda da UE (formulário de candidatura, carta de motivação, questionário de auto-avaliação, CV em formato Europass)

Fases 3

Um primeiro processo de seleção e entrevista

Fases 4

Participação numa formação online e presencial

Fases 5

Seleção final

Fases 6

Formação inicial nos escritórios da organização de envio e assinatura de contrato

Fases 7

Início das atividades (partida para o país de acolhimento ou período de estágio)

Fases 8

Regresso ao país de origem

Fases 9

Reunião de balanço (com a organização de envio e instituições europeias envolvidas)

Fases 10

Participação em eventos de promoção e visibilidade

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Witnesses

Durante o seu período de serviço, os voluntários envolvidos no programa são chamados a falar da sua experiência de trabalho, assim como a escrever histórias do terreno para serem incluídas no portal oficial da DG ECHO e nas plataformas da organização de envio. Tal permite aos voluntários que o mundo inteiro oiça as suas vozes, bem como as vozes dos beneficiários com quem trabalharam; soma valor às competências dos voluntários e acentua a eficácia da ajuda humanitária europeia.; torna os cidadãos europeus mais conscientes da intervenção humanitária da UE e dos seus voluntários; e, por fim, encoraja outros potenciais candidatos a fazerem parte da iniciativa. Os voluntários tornam-se autênticos embaixadores da iniciativa e da solidariedade europeia.

  • Não esquecer! Estas atividades de comunicação são tão obrigatórias como as restantes, e devem ser planeadas e completadas seja durante o período de mobilização como depois, com o apoio do Ponto Focal de Comunicação do consórcio da organização de envio.

Para ir mais longe no mundo dos Voluntários para a Ajuda da UE, para descobrir mais acerca das atividades que levam a cabo, para partilhar com os voluntários o sentimento de se fazer parte de algo, é possível encontrar histórias vindas do terreno nos seguintes links:

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